Estadual

Capacitação profissional: Ferraz formaliza convênio para novos cursos do Fundo Social
18 de setembro de 2017 - 12h01
* Miguel Leite - De São Vicente-SP

A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos por meio do Fundo Social de Solidariedade firmou convênio com o Governo do Estado, para a vinda de mais dois cursos de qualificação profissional (construção civil e horta educativa). A assinatura das parcerias ocorreu no sábado (16 de setembro), em São Vicente e contou com a presença da primeira-dama do Estado Lu Alckmin, do prefeito José Carlos Fernandes Chacon (Zé Biruta) e de sua filha, Bruna Chacon, presidente do Fundo Social da cidade ferrazense.

Representantes de 64 municípios paulistas participaram da cerimônia de assinatura de convênios, realizada na Igreja Batista Peniel, em São Vicente. Desde 2011, mais de 171 mil pessoas foram qualificadas pelo Fundo Social do Estado de São Paulo e mais de cinco mil convênios assinados com prefeituras paulistas. Só no encontro deste sábado, foram firmadas 285 novas parcerias.

A cidade já possui os cursos de costura e padaria artesanal. Bruna Chacon disse estar satisfeita com mais essa conquista para a população de Ferraz. “Me sinto honrada em ser um instrumento nesse processo de oportunidades de qualificação profissional, pois ao contrário de ‘auxílios’, o conhecimento adquirido permanece e proporciona dignidade e libertação à população. Quero ainda agradecer a dona Lu Alckmin e minha equipe que trabalha para o progresso de Ferraz”, ressaltou a presidente do Fundo Social.

Em discurso emocionado, Lu Alckmin destacou a importância desses cursos. “A gente poderia dar dinheiro para as pessoas necessitadas, seria mais fácil. Mas o dinheiro, uma hora, acaba. Com a qualificação profissional, as pessoas ficam livres, deixam de depender do governo e podem buscar sua própria renda”.

A presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp) citou também a intensidade com que as aulas são ministradas. “Os cursos de costura, por exemplo, são de dois meses, com 80 horas de duração. Ao final, teremos exímias costureiras. E o nosso incentivo é para que elas sigam em suas comunidades, gerando renda no próprio local de origem”.

TEXTO: Miguel Leite e Leticia Riente

FOTOS: Divulgação


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